Benefício corporativo
- Custo por vida, com escala por volume
- Empresa como estipulante da apólice
- Extensão opcional aos dependentes
- Movimentação de entrada e saída de vidas
- Mesma cobertura em filiais de outros estados
- Implantação sem custo de adesão
Toda empresa com mais de algumas dezenas de pessoas já passou por isso: um colaborador perde um parente e pede adiantamento, ou o setor faz vaquinha. É um constrangimento que custa pouco para resolver.
A apólice coletiva funciona como a individual, com duas diferenças: o custo é por vida e cai conforme o grupo cresce, e a empresa entra como estipulante — quem contrata e movimenta as vidas, sem virar responsável pelo sinistro.
O que o colaborador recebe é a mesma coisa: assistência funeral acionada por telefone, executada sem desembolso, e indenização em dinheiro para quem ele indicar. A extensão aos dependentes é opcional e costuma ser o que faz o benefício ser lembrado.
Para o financeiro, o argumento é o custo previsível. Para o RH, é o momento em que o benefício aparece: ninguém agradece um plano odontológico no pior dia da vida.
Ver como implantar o benefício
O pedido de adiantamento e a lista que circula no setor deixam de existir.
É o único benefício acionado no pior dia — e é por isso que ele é lembrado.
A cobertura é nacional, então a filial do interior tem o mesmo atendimento.
Valor por vida definido em contrato, com movimentação mensal simples.
O mecanismo do benefício corporativo é o mesmo em todos. O que muda é o vínculo de quem entra na apólice e o risco típico de cada atividade.
Diga o porte e se os dependentes entram. O corretor volta com o custo por vida de cada seguradora e o que muda na movimentação de cada uma.
Escolha as opções e a mensagem já vai pronta para o corretor. Nada é enviado antes do seu clique.
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Varia por seguradora. Algumas trabalham a partir de poucas dezenas de vidas, outras exigem um piso maior. Para grupos pequenos, o caminho costuma ser a apólice por adesão, em que cada colaborador paga a sua parte.
Os dois formatos existem. Na apólice contributária o colaborador paga uma parte por desconto em folha; na não contributária a empresa banca integralmente. A escolha muda o tratamento contábil e a adesão — e é uma decisão de política de benefícios, não de seguro.
Por movimentação mensal: o RH envia as inclusões e exclusões e a seguradora ajusta a fatura. Quem sai perde a cobertura na data da exclusão, com possibilidade de portabilidade para apólice individual em parte das seguradoras.
Entram, como extensão opcional. É justamente onde o benefício fica memorável: o caso mais comum não é a morte do colaborador, é a morte do pai ou da mãe dele.
Não. A empresa é estipulante — contrata e movimenta as vidas. O risco é da seguradora e a relação de sinistro é entre ela e o beneficiário. O papel do corretor é acompanhar esse processo quando acontece.
Chega. A rede credenciada é nacional e o traslado está previsto em contrato. Esse é um dos pontos a comparar entre seguradoras: a densidade da rede credenciada nas cidades onde a empresa realmente tem gente. Veja a cobertura nacional.
Implantação, movimentação de vidas, extensão a dependentes e o argumento de custo para o financeiro.
Ver o benefício corporativoA lista do que a central faz no dia do óbito, que é o que o colaborador de fato recebe.
Ver a coberturaO passo a passo que o RH pode distribuir junto com a carteirinha do benefício.
Ver o passo a passoComo funciona o atendimento nas 27 unidades da federação, inclusive no interior.
Ver a cobertura nacionalDiga o porte e se os dependentes entram. O corretor devolve o custo por vida de cada seguradora para a sua reunião.