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Gestora de RH explicando um benefício a um colaborador numa mesa de escritório

Benefício funeral para colaboradores: custo por vida, sem drama

Toda empresa com mais de algumas dezenas de pessoas já passou por isso: um colaborador perde um parente e pede adiantamento, ou o setor faz vaquinha. É um constrangimento que custa pouco para resolver.

Como funciona

Uma apólice, custo por vida

A apólice coletiva funciona como a individual, com duas diferenças: o custo é por vida e cai conforme o grupo cresce, e a empresa entra como estipulante — quem contrata e movimenta as vidas, sem virar responsável pelo sinistro.

O que o colaborador recebe é a mesma coisa: assistência funeral acionada por telefone, executada sem desembolso, e indenização em dinheiro para quem ele indicar. A extensão aos dependentes é opcional e costuma ser o que faz o benefício ser lembrado.

Para o financeiro, o argumento é o custo previsível. Para o RH, é o momento em que o benefício aparece: ninguém agradece um plano odontológico no pior dia da vida.

Ver como implantar o benefício
Corretor de seguros explicando a proposta a um casal de idosos numa mesa de escritório
Para quem

Três arranjos coletivos

Gestora de RH explicando um benefício a um colaborador numa mesa de escritório
Empresas

Benefício corporativo

  • Custo por vida, com escala por volume
  • Empresa como estipulante da apólice
  • Extensão opcional aos dependentes
  • Movimentação de entrada e saída de vidas
  • Mesma cobertura em filiais de outros estados
  • Implantação sem custo de adesão
Ver o benefício corporativo
Corretor de seguros explicando a proposta a um casal de idosos numa mesa de escritório
Grupos

Sindicatos e associações

  • Apólice coletiva por adesão dos membros
  • Entidade como estipulante, sem risco próprio
  • Preço de grupo para o associado
  • Comunicação de campanha junto aos membros
  • Gestão de vidas centralizada
  • Cobertura nacional para membros de outras praças
Falar sobre apólice para grupos
Gestora de RH explicando um benefício a um colaborador numa mesa de escritório
Igrejas e condomínios

Comunidades

  • Adesão voluntária de cada família
  • Cobrança individual, sem custo à instituição
  • Mesma assistência funeral da apólice individual
  • Apoio do corretor na apresentação ao grupo
  • Cobertura para membros de outras cidades
  • Sem exigência de número mínimo em parte das seguradoras
Falar sobre adesão em comunidade
Por que RH contrata

O que esse benefício resolve que outro não resolve

Acaba a vaquinha interna

O pedido de adiantamento e a lista que circula no setor deixam de existir.

Aparece na hora que importa

É o único benefício acionado no pior dia — e é por isso que ele é lembrado.

Funciona em filial de outro estado

A cobertura é nacional, então a filial do interior tem o mesmo atendimento.

Custo previsível para o financeiro

Valor por vida definido em contrato, com movimentação mensal simples.

Todos os arranjos

Explore por porte ou por setor

O mecanismo do benefício corporativo é o mesmo em todos. O que muda é o vínculo de quem entra na apólice e o risco típico de cada atividade.

Cotação

Custo por vida, comparado entre seguradoras

Diga o porte e se os dependentes entram. O corretor volta com o custo por vida de cada seguradora e o que muda na movimentação de cada uma.

  • Comparação entre seguradoras na mesma cotação
  • Extensão a dependentes precificada à parte
  • Implantação e movimentação explicadas antes
  • Sem formulário: a conversa acontece no WhatsApp

Cotação para a minha empresa

Escolha as opções e a mensagem já vai pronta para o corretor. Nada é enviado antes do seu clique.

Sem formulário, sem cadastro. A conversa acontece no seu WhatsApp.

Perguntas frequentes

O que o RH pergunta antes de levar ao financeiro

Existe número mínimo de vidas?

Varia por seguradora. Algumas trabalham a partir de poucas dezenas de vidas, outras exigem um piso maior. Para grupos pequenos, o caminho costuma ser a apólice por adesão, em que cada colaborador paga a sua parte.

A empresa paga tudo ou o colaborador participa?

Os dois formatos existem. Na apólice contributária o colaborador paga uma parte por desconto em folha; na não contributária a empresa banca integralmente. A escolha muda o tratamento contábil e a adesão — e é uma decisão de política de benefícios, não de seguro.

Como funciona a entrada e a saída de gente?

Por movimentação mensal: o RH envia as inclusões e exclusões e a seguradora ajusta a fatura. Quem sai perde a cobertura na data da exclusão, com possibilidade de portabilidade para apólice individual em parte das seguradoras.

Dependentes entram?

Entram, como extensão opcional. É justamente onde o benefício fica memorável: o caso mais comum não é a morte do colaborador, é a morte do pai ou da mãe dele.

A empresa fica responsável se a seguradora negar?

Não. A empresa é estipulante — contrata e movimenta as vidas. O risco é da seguradora e a relação de sinistro é entre ela e o beneficiário. O papel do corretor é acompanhar esse processo quando acontece.

Temos filial no interior. A cobertura chega lá?

Chega. A rede credenciada é nacional e o traslado está previsto em contrato. Esse é um dos pontos a comparar entre seguradoras: a densidade da rede credenciada nas cidades onde a empresa realmente tem gente. Veja a cobertura nacional.

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Para levar à reunião

O benefício em detalhe

Implantação, movimentação de vidas, extensão a dependentes e o argumento de custo para o financeiro.

Ver o benefício corporativo

O que a assistência executa

A lista do que a central faz no dia do óbito, que é o que o colaborador de fato recebe.

Ver a cobertura

Como o colaborador aciona

O passo a passo que o RH pode distribuir junto com a carteirinha do benefício.

Ver o passo a passo

Cobertura nas filiais

Como funciona o atendimento nas 27 unidades da federação, inclusive no interior.

Ver a cobertura nacional

Leve um número, não uma ideia

Diga o porte e se os dependentes entram. O corretor devolve o custo por vida de cada seguradora para a sua reunião.