Fiscalização da SEJUS
A Subsecretaria de Assuntos Funerários da Secretaria de Justiça e Cidadania fiscaliza funerárias e cemitérios do DF, segundo a cartilha da própria secretaria.
A Plano Certo Amparo é corretora e não vende plano funerário. Para quem mora em Brasília ou em qualquer região administrativa, ela cota o seguro de vida com assistência funeral e explica, sem depreciar nenhum dos dois, quando cada produto faz sentido.
No DF, o plano funerário é vendido pelas funerárias da cidade, que prestam o serviço como permissionárias do governo distrital, ou por administradoras. Ele segue a lei própria do setor (Lei 13.261/2016) e é executado pela estrutura de quem vendeu. Para quem vai viver e ser sepultado no DF, costuma resolver o que promete.
O seguro de vida com assistência funeral é produto de seguradora registrada na SUSEP. A assistência organiza o funeral pela rede da seguradora em todo o país, com traslado dentro do limite do contrato, e a apólice paga um capital segurado aos beneficiários — dinheiro que ajuda a família nas semanas seguintes, além do funeral.
O que costuma pesar na escolha, para quem mora no DF: família espalhada entre o DF, o Entorno e o estado de origem; interesse em ter um capital além do serviço; e preferência por um contrato que não dependa de uma única empresa local. Quem não tem nenhum desses pontos pode ficar bem servido por um plano funerário.
| Plano funerário | Seguro de vida com assistência funeral | |
|---|---|---|
| Quem vende | Funerária ou administradora | Seguradora, por meio de corretora |
| Regra do produto | Lei 13.261/2016 | Normas de seguro de pessoas; seguradora registrada na SUSEP |
| Quem executa o funeral | A estrutura de quem vendeu | A rede da seguradora |
| Dinheiro para a família | Não é o foco do produto; confira o contrato | Capital segurado aos beneficiários |
| Óbito fora do DF | Depende do contrato da funerária | Traslado dentro do limite da apólice |
A comparação detalhada, com os três produtos que o consumidor mais confunde, está em plano funerário ou seguro.
Regras distritais que valem para qualquer produto — e que a família pode usar a seu favor.
A Subsecretaria de Assuntos Funerários da Secretaria de Justiça e Cidadania fiscaliza funerárias e cemitérios do DF, segundo a cartilha da própria secretaria.
As funerárias são permissionárias (Decreto distrital 28.606/2007) e precisam exibir a tabela de preços máximos fixada pela SEJUS, publicada no site da secretaria.
A Lei distrital 3.376/2004 proíbe agenciar ou vender serviço funerário dentro de hospitais e do IML. A funerária só entra com autorização da família.
A cartilha da SEJUS orienta nunca aceitar oferta de funerária na rua ou na saída de hospital, IML ou cartório. A lista de autorizadas está no site da secretaria.
Os cemitérios públicos do DF são administrados por concessão: a concessionária é a Campo da Esperança Serviços Ltda., e o poder concedente é a Secretaria de Justiça e Cidadania (SEJUS), que também fixa por portaria as tarifas de cemitério e de cremação. A regra de funcionamento dos cemitérios está na Lei distrital 2.424/1999 e no Decreto distrital 40.569/2020.
| Cemitério público | Localização informada pela SEJUS |
|---|---|
| Campo da Esperança | Brasília, final da Asa Sul (SHLS) |
| Taguatinga | Setor Habitacional Norte, QNH |
| Gama | Núcleo Ponte Alta |
| Sobradinho | Sobradinho II, Setor Oeste |
| Planaltina | Setor Residencial Leste |
| Brazlândia | Setor Norte |
Cremação no próprio DF. O primeiro crematório do Distrito Federal fica no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, e recebeu licença ambiental para funcionar. Segundo a SEJUS, antes dele as famílias precisavam buscar o serviço no Entorno. Para quem prefere a cremação, isso tira o traslado até Goiás da conta. Veja como a cremação entra na apólice.
O DF tem duas portas públicas para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa. O sepultamento social, da SEJUS, é pedido no CRAS ou no CREAS com a certidão de óbito, a guia de sepultamento e os documentos de renda. O auxílio por morte, benefício eventual da Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDES), regulado pela Lei distrital 5.165/2013, pode vir em bens — urna, velório, sepultamento, transporte, capela, taxas e placa — ou em parcela única em dinheiro, e é pedido no CRAS, no CREAS ou no Centro Pop.
São redes de proteção para quem precisa, com análise da própria secretaria. Não competem com o seguro: quem está fora desses critérios, ou quer escolher cemitério, velório e traslado sem depender de análise no dia, é quem costuma procurar uma cobertura contratada. O texto sobre auxílio-funeral separa o que é benefício público do que é contratado.
Quando a morte é natural e acontece em casa ou na rua, a Secretaria de Saúde orienta ligar primeiro para a Polícia Civil do DF, no 197. A polícia aciona o Núcleo de Serviço de Verificação de Óbitos (NSVO), que recolhe o corpo para a emissão da declaração de óbito. Ajudam nessa hora o documento da pessoa, exames recentes e receitas de medicamentos.
Quando a morte é violenta ou suspeita, o corpo passa pelo Instituto de Medicina Legal da PCDF, no Complexo da Polícia Civil, antes de ser liberado. Com o seguro, a família aciona a central da assistência, que assume o funeral a partir da liberação — sem ninguém precisar negociar com funerária na porta do IML. Veja como acionar a assistência.
Muita família do DF tem pais ou irmãos em Goiás. Quatro perguntas para a cotação.
A comparação é feita para a cidade de moradia, seja no DF, seja num município goiano do Entorno.
Se o jazigo da família está num cemitério do DF e a pessoa mora em Goiás, o traslado entra na conta.
Com crematório no Campo da Esperança, confirme qual unidade a seguradora usaria.
A rede de cada seguradora no DF e no Entorno é conferida pelo nome do município. Veja também Goiânia.
Brasília, Ceilândia, Taguatinga, Gama ou um município do Entorno: com o local de moradia, a idade da pessoa mais velha e o cemitério de preferência, o corretor compara as seguradoras.
Escolha as opções e a mensagem já vai pronta para o corretor. Nada é enviado antes do seu clique.
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Não. Plano funerário é vendido por funerária ou administradora. A corretora cota o seguro de vida com assistência funeral, de seguradora registrada na SUSEP, e explica a diferença para você decidir.
A concessionária Campo da Esperança Serviços Ltda., em contrato de concessão com o governo do DF. A SEJUS é o poder concedente, fiscaliza o serviço e fixa as tarifas.
Tem. O primeiro crematório do DF fica no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. Antes dele, segundo a SEJUS, as famílias recorriam ao Entorno.
Famílias que moram no DF com renda de até meio salário mínimo por pessoa, de preferência inscritas no CadÚnico. O pedido é feito no CRAS, no CREAS ou no Centro Pop, e a concessão depende da análise da secretaria.
Se a morte foi natural, para a Polícia Civil do DF, no 197, que aciona o serviço de verificação de óbito da Secretaria de Saúde. Depois, para a central da assistência, se houver apólice.
Serve: a cobertura vale em todo o território nacional. Na cotação, informe a cidade onde você mora e onde a família pretende fazer o funeral.
A capital de Goiás e o interior do estado, incluindo o Entorno do DF.
Ver GoiâniaAs 27 unidades da federação e o que muda fora das capitais.
Ver a cobertura nacionalAutorização, documentos e o traslado até o crematório.
Ver a cremaçãoO que fazer, em ordem, quando alguém da família morre.
Ler o guiaCom o endereço e o cemitério de preferência, o corretor compara o seguro de vida com assistência funeral de mais de uma seguradora para o DF.