Levantamento do quadro e das obras ativas
Quantas vidas, quantas obras em andamento e a composição entre empregado direto e terceirizado.
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Uma obra termina, a próxima começa em outro endereço, e o time muda de composição mais rápido que em qualquer outro setor. É essa rotatividade — não o metro quadrado construído — que muda como a apólice precisa ser movimentada.
A obra tem começo, meio e fim, e a equipe muda de composição junto com essa duração: contratação por frente de trabalho, término de etapa, mobilização para outro canteiro em outra cidade. É um ritmo de entrada e saída mais rápido do que o de uma empresa com quadro fixo.
Movimentação por obra, não só por vínculo. Em vez de acompanhar só admissão e demissão, a apólice de uma construtora costuma exigir rotina de movimentação vinculada ao início e ao fim de cada frente de trabalho — quem entra numa obra nova e quem sai quando ela termina, ainda que o vínculo formal continue.
Terceirizado e subempreiteira. Nem todo mundo no canteiro é empregado direto da construtora. Terceirizado de subempreiteira normalmente entra na apólice da própria subempreiteira, não na da contratante principal — e quando a construtora quer estender a cobertura a todo o canteiro, isso precisa ser declarado e cotado à parte, não presumido.
A estrutura de base — empresa como estipulante, custo por vida, extensão a dependentes — é a mesma do benefício corporativo explicado para qualquer arranjo coletivo. O que muda aqui é a frequência da movimentação e quem exatamente compõe o grupo segurado, que o seguro de vida para empresas e grupos trata de forma mais ampla.
Uma coluna é sobre a rotina de movimentação. A outra é sobre quem exatamente entra no grupo segurado.
Quantas vidas, quantas obras em andamento e a composição entre empregado direto e terceirizado.
Custo por vida e a rotina de inclusão e exclusão vinculada ao início e fim de cada frente de trabalho.
Base nominal enviada, apólice emitida e o passo a passo de acionamento distribuído em cada obra.
A base é a mesma de qualquer apólice coletiva, com a composição do canteiro como variável própria do setor.
| Variável | Efeito no custo por vida |
|---|---|
| Número de vidas | Quanto maior o grupo, menor o custo unitário, igual em qualquer apólice coletiva. |
| Composição do grupo | Incluir só empregados diretos ou também terceirizados muda a base de cálculo. |
| Risco de canteiro declarado | Função com exposição a altura, máquina ou escavação entra em faixa própria de análise. |
| Capital segurado por vida | Define o valor da indenização e escala junto com ele. |
Declare a composição real do canteiro na cotação — empregados diretos, terceirizados e encarregados — para a proposta refletir o grupo que de fato trabalha na obra.
Valores de referência de mercado, não oferta. O prêmio final depende da seguradora, da idade de cada pessoa incluída e do capital segurado escolhido, e vem escrito na proposta.
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Por padrão, não. O terceirizado costuma ter apólice própria contratada pela subempreiteira que o emprega; incluí-lo na apólice da construtora contratante é possível em parte das seguradoras, mas precisa ser declarado e cotado como composição à parte.
Pela rotina de exclusão vinculada à desmobilização da frente de trabalho, informada à seguradora dentro do prazo definido em contrato — mesmo que o colaborador continue empregado da construtora e siga para outra obra.
Mantém. A cobertura é nacional; o que muda é a inclusão na rotina de movimentação, informando a nova obra e, se for o caso, a nova região de risco.
Não. Seguro de vida com assistência funeral é benefício complementar contratado pela empresa; não substitui o seguro obrigatório de acidente do trabalho nem qualquer exigência do INSS ou de norma regulamentadora do setor.
Na maioria das apólices coletivas, não há questionário de saúde individual para o grupo inicial. A entrada costuma seguir a lista nominal enviada pela empresa, com a mesma regra de carência do grupo.
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