As primeiras 24 horas
A ordem das providências logo depois da morte, do médico ao registro em cartório.
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O papel do consulado, a decisão de repatriar ou não, os documentos que mudam e como funciona a assistência internacional.
Um óbito fora do Brasil segue um processo diferente do óbito em outra cidade brasileira: entra o consulado, muda o idioma dos documentos, e a decisão de repatriar o corpo ou resolver tudo no local pesa mais na logística e no tempo.
O passo a passo das primeiras providências dentro do Brasil está em o que fazer quando alguém morre. Quando o óbito acontece em outro país, parte desse caminho muda, e é isso que esta página descreve.
O consulado ou a embaixada brasileira mais próxima do local do óbito é o primeiro contato: orienta sobre o registro local, emite documentos que permitem trazer o corpo ou os pertences, e comunica o óbito ao Brasil para fins de registro civil. Sem esse registro consular, documentos como a certidão de óbito brasileira e os pedidos de benefício no Brasil ficam mais difíceis de instruir.
A família decide entre repatriar o corpo para sepultamento ou cremação no Brasil, ou seguir com o funeral no próprio país onde o óbito ocorreu. Repatriar envolve documentação alfandegária, tradução de documentos e, dependendo do país, preparação específica exigida para transporte internacional — processo mais longo do que o translado dentro do Brasil. O translado entre cidades brasileiras segue outra lógica, mais simples.
A certidão de óbito emitida no país estrangeiro costuma precisar de tradução juramentada e de apostilamento — ou legalização consular, conforme o país — para valer no Brasil. Só depois disso ela tem o mesmo efeito de uma certidão emitida em cartório brasileiro, inclusive para os pedidos que dependem dela, como a pensão por morte.
Quando existe cobertura contratada com essa previsão, a central aciona uma rede de correspondentes no exterior, que ajuda a família a lidar com a burocracia local e organiza a repatriação ou o funeral no próprio país, conforme a decisão da família. Esta página detalha o que a assistência internacional executa.
Óbito fora do Brasil não impede o pedido de pensão por morte, desde que a certidão esteja devidamente traduzida e legalizada. Esta página explica quem tem direito e por onde o pedido começa. Bancos e seguradoras no Brasil também seguem o processo, mas em regra pedem os mesmos documentos legalizados.
Quanto tempo leva repatriar um corpo, obter a tradução juramentada ou legalizar a certidão varia conforme o país, a rede consular disponível e a causa da morte — alguns países exigem investigação antes de liberar o corpo. Não há prazo padrão que valha para qualquer situação: quem informa o prazo do caso é o consulado e, quando existir, a central de assistência.
É esse cenário mais complexo que o seguro de vida com assistência funeral intermediado pela Plano Certo Amparo cobre quando a apólice prevê assistência internacional: a central e a rede de correspondentes cuidam da logística, e a indenização é paga ao beneficiário indicado. Veja o que está previsto.
O consulado ou a embaixada brasileira mais próxima do local do óbito, que orienta o registro local e comunica o óbito ao Brasil.
Não. A família pode optar por sepultar ou cremar no próprio país onde o óbito ocorreu, em vez de repatriar.
Em regra não. Costuma precisar de tradução juramentada e de apostilamento ou legalização consular antes de ter o mesmo efeito de uma certidão brasileira.
Quando a apólice prevê assistência internacional, sim: a central aciona uma rede de correspondentes no exterior. Esta página detalha o que é executado.
Dá, desde que a certidão esteja traduzida e legalizada. Esta página explica quem tem direito e por onde começar.
Não há prazo único: varia conforme o país, a rede consular disponível e a causa da morte. Quem informa o prazo do caso é o consulado e, quando existir, a central de assistência.
A ordem das providências logo depois da morte, do médico ao registro em cartório.
Ler o guia do pilarPor que o preço varia tanto de cidade para cidade e o que mais pesa na conta.
Entender o custoDuração, local, cerimônia e recepção: as decisões que a família toma durante o velório.
Ver as escolhasO que muda no registro, no translado e no acionamento quando o óbito é longe de casa, dentro do Brasil.
Ver o que mudaUma conversa mostra o que a assistência internacional executa e o que fica com a rede de correspondentes no exterior.