O contato com a central
A família liga para o mesmo número da assistência, informando que o óbito ocorreu fora do Brasil — ou que a pessoa falecida era estrangeira.
- Atendimento também fora do horário comercial
- Pode envolver intérprete
Quando a morte acontece em outro país, ou quando quem morre no Brasil precisa voltar para a terra natal, a assistência internacional resolve a parte que a família sozinha, a distância, não consegue resolver.
A situação aparece em dois sentidos. No primeiro, um segurado brasileiro morre fora do país — em viagem, a trabalho ou morando no exterior — e a família no Brasil precisa trazer o corpo ou as cinzas de volta. No segundo, um estrangeiro residente ou de passagem morre aqui, e a repatriação segue o caminho contrário, até o país de origem.
Nos dois casos, o primeiro passo é o mesmo de qualquer acionamento: um telefonema para a central da assistência, que costuma manter atendimento também fora do horário comercial brasileiro. A diferença é que, a partir daí, a central passa a coordenar com uma funerária no país onde o óbito ocorreu, e não com a rede credenciada nacional.
Nem toda apólice de seguro de vida com assistência funeral inclui essa cobertura como padrão — em parte dos produtos, a assistência internacional é um item adicional, e vale confirmar isso antes de uma viagem longa ou de uma mudança para outro país.
A abrangência muda por seguradora e por país envolvido — o detalhe exato está nas condições gerais da apólice, não neste texto.
A documentação exata varia por país e muda com frequência, então este texto não lista exigências específicas de nenhuma legislação. O que costuma se repetir, em praticamente todo caso de repatriação, é a certidão de óbito emitida no país onde a morte ocorreu, a autorização consular para o transporte do corpo ou das cinzas, e a identificação completa da pessoa falecida. A central da assistência é quem acompanha esse trâmite junto ao consulado — a família não precisa descobrir sozinha qual documento pedir em cada etapa.
A família liga para o mesmo número da assistência, informando que o óbito ocorreu fora do Brasil — ou que a pessoa falecida era estrangeira.
A coordenação passa a envolver o consulado do país de origem e uma funerária no local do óbito, para preparar o corpo conforme a exigência do transporte.
Corpo ou cinzas seguem até a cidade combinada com a família, dentro do limite geográfico previsto em contrato.
Não. Em parte dos produtos ela vem como item padrão, em outros como cobertura adicional. Confirme isso na cotação se você viaja com frequência ou mora fora do país parte do ano.
Normalmente um familiar que esteja com a pessoa no momento, ou o beneficiário indicado na apólice, assim que souber do óbito. O número de acionamento costuma funcionar também fora do país.
Não necessariamente. A central coordena com a funerária local e o consulado a distância. Um familiar pode precisar comparecer em atos específicos, dependendo da exigência do país, mas isso é informado caso a caso pela própria central.
Pode ser qualquer uma das duas, e a escolha costuma ser da família — a cremação no país de origem, quando permitida, reduz o custo e a complexidade do transporte em comparação com o corpo.
O caminho é o mesmo, na direção contrária: a central coordena com o consulado do país de origem da pessoa falecida para a repatriação até lá, quando é isso que a família decide.
Existe, e varia por seguradora — algumas restringem a assistência internacional a determinados continentes ou países. O limite geográfico está nas condições gerais da apólice, e vale conferir antes de uma viagem para fora desse alcance.
As duas formas de pagar a assistência e a documentação que o reembolso exige.
Ver as duas modalidadesOnde o seguro de acidentes pessoais se encaixa e por que ele não substitui o seguro de vida.
Ver a diferença entre os doisO que a apólice pode trazer além da assistência funeral, e por que o formato varia por seguradora.
Ver os benefícios em vidaPergunte na cotação se a apólice inclui assistência internacional e qual é o limite geográfico coberto.