Plano Certo Amparo
Casal de uns 55 anos comparando propostas num notebook na mesa da sala

A dois: uma apólice para o casal ou uma para cada um

Parece uma escolha administrativa e não é. O formato da contratação decide quem continua coberto depois do primeiro óbito — justamente quando a cobertura faz falta.

O que é

Uma apólice com dependente ou duas apólices

A contratação a dois tem dois formatos, e eles não são equivalentes. A diferença aparece pouco no prêmio e muito na hora em que um dos dois falta.

Uma apólice, com o cônjuge como dependente. Um prêmio, uma vigência, uma central. Costuma custar menos e concentra tudo em um contrato. O ponto de atenção é o que acontece com a cobertura do dependente quando o titular morre primeiro: em parte das seguradoras o cônjuge assume a titularidade e a apólice segue; em outras, a cobertura dele se encerra ali. Essa cláusula precisa vir escrita antes da assinatura.

Duas apólices, uma para cada um. Cada um é titular da sua, com capital, beneficiário e vigência próprios, e nada se encerra por causa do óbito do outro. Custa mais e resolve o problema do parágrafo anterior. Costuma ser o caminho quando a diferença de idade é grande ou quando a saúde declarada de um afetaria o prêmio do arranjo conjunto.

Quem fica beneficiário de quem. O comum é cada um indicar o outro. Valem duas conferências: quem entra como suplente, para o caso de os dois faltarem no mesmo evento, e se a indicação continua correta depois de uma separação ou de um novo casamento. Indicação desatualizada paga a pessoa errada, e a seguradora paga quem está escrito.

Homem de uns 45 anos lendo papéis de contrato na mesa da sala, com caneta na mão
O que está coberto

O que a contratação a dois precisa deixar escrito

Duas listas: a que decide o formato e a que decide para onde o dinheiro vai. Nenhuma delas se resolve de boca.

A cláusula que decide o formato

  • O que acontece com a cobertura do cônjuge no primeiro óbito
  • Se o cônjuge assume a titularidade, e em que prazo
  • Se o prêmio muda quando a apólice passa a ter uma vida
  • Carência aplicada a cada um, quando as idades diferem
  • Efeito da saúde declarada de um sobre o prêmio do arranjo
  • Limite de idade de entrada do cônjuge dependente
  • Capital segurado de cada vida, quando são diferentes
  • Regra de reajuste por faixa etária de cada um

A indicação de beneficiário

  • Indicação recíproca, com nome completo e CPF
  • Beneficiário suplente, para o caso do mesmo evento
  • Rateio em percentual quando há filhos indicados
  • Filhos de relacionamento anterior nomeados expressamente
  • Atualização da indicação após separação ou novo casamento
  • Comprovação da união estável, quando não há casamento civil
  • Documento que comprova o vínculo no acionamento
  • Alteração da indicação permitida a qualquer tempo
Como funciona

Do primeiro contato ao acionamento

01

Vocês informam as duas idades

Idade de cada um, se há filhos na conta e se existe casamento civil ou união estável.

  • Duas vidas na mesma cotação
  • Sem cadastro neste site
02

Os dois caminhos vêm lado a lado

Uma apólice com cônjuge dependente e duas apólices independentes, com o prêmio e a cláusula de continuidade de cada um.

  • Cláusula do primeiro óbito por escrito
  • Carência de cada idade informada
03

A indicação recíproca é registrada

Cada um indica o outro, com suplente definido, e a união estável é comprovada quando não houve casamento civil.

  • Suplente indicado na proposta
  • Indicação alterável na vigência
Quanto custa

O que pesa no prêmio de duas vidas

Somar duas pessoas não é somar dois prêmios. O arranjo escolhido muda a conta tanto quanto a idade de cada um.

O que pesaComo muda entre os dois formatos
Idade de cada umNo arranjo conjunto, a idade do mais velho costuma comandar. Em apólices separadas, cada um paga pela própria.
Formato escolhidoUma apólice com cônjuge dependente sai menor; duas apólices custam mais e mantêm cada cobertura independente.
Saúde declaradaNuma apólice só, o agravamento de um pode alcançar o conjunto. Separadas, o que um declara não mexe no prêmio do outro.
Capital de cada vidaNem sempre os dois precisam do mesmo capital: rendas e dívidas diferentes justificam valores diferentes.

Um teste antes de assinar: leia a proposta imaginando que você morreu primeiro e pergunte o que sobra para quem ficou. Se a resposta for que a cobertura dele se encerra, o formato está errado para vocês.

Valores de referência de mercado, não oferta. O prêmio final depende da seguradora, da idade de cada pessoa incluída e do capital segurado escolhido, e vem escrito na proposta.

Cotação para nós dois

Escolha as opções e a mensagem já vai pronta para o corretor. Nada é enviado antes do seu clique.

Sem formulário, sem cadastro. A conversa acontece no seu WhatsApp.

Perguntas frequentes

O que perguntam antes de assinar

Vale mais uma apólice ou duas?

A resposta está em uma cláusula só: o que acontece com a cobertura do cônjuge quando o titular morre primeiro. Se a seguradora permite que o cônjuge assuma a titularidade e siga coberto, uma apólice costuma bastar e sai mais barata. Se a cobertura do dependente se encerra junto, duas apólices independentes resolvem o problema que a economia criou.

Vivemos em união estável, sem casamento civil. A seguradora aceita?

Aceita. A união estável é reconhecida tanto para a inclusão como dependente quanto para a indicação de beneficiário. O que a seguradora pede é comprovação — declaração de união estável em cartório, escritura pública ou documentos que demonstrem a convivência. Sem isso registrado, a prova recai sobre quem ficou, no pior momento possível.

Posso indicar meu companheiro como beneficiário se ainda constar casado no papel?

Isso precisa ser tratado na contratação, não depois. A lei trata de forma diferente a indicação feita por quem já está separado de fato ou judicialmente e por quem segue casado, e uma indicação contestada trava o pagamento até a discussão terminar. Declarar a separação de fato na proposta é o que evita a disputa.

Se nos separarmos, o que acontece com a apólice?

Ela não se desfaz sozinha. O titular continua titular e a indicação de beneficiário continua valendo até ser alterada — a seguradora paga quem está escrito, não quem a família considera justo. São duas providências: revisar a indicação e decidir o que fazer com o cônjuge dependente, entre exclusão, transferência de titularidade ou apólice própria.

Se os dois morrerem no mesmo acidente, quem recebe?

Quem estiver indicado como beneficiário suplente. É para isso que ele existe. Sem suplente, o capital de cada apólice segue a regra legal e vai para os herdeiros, o que demora mais e nem sempre chega a quem o casal teria escolhido. Indicar um suplente é uma linha na proposta.

Temos filhos. Faz sentido colocar todo mundo na mesma apólice?

Costuma fazer, e aí a conversa deixa de ser sobre o casal. A contratação familiar trata do grupo inteiro, com limite de idade para dependente e regra de inclusão de recém-nascido. Se os pais de vocês também entram na conta, as condições são outras: veja o que muda.

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O que ler antes de escolher o formato

Quando entram os filhos

O grupo inteiro na mesma apólice: quem cabe, o limite de idade do dependente e a inclusão de recém-nascido.

Ver a proteção familiar

Quando os pais entram na conta

Quem assina, quem paga e quem recebe quando o segurado é o pai ou a mãe de um de vocês.

Ver como funciona

Contratar cedo, a dois

Por que a idade de entrada de cada um entra no cálculo e o que a declaração de saúde decide.

Ver o efeito da idade

Uma apólice ou duas? A resposta está na proposta

Diga as duas idades e o corretor devolve os dois caminhos comparados, com a cláusula do primeiro óbito escrita em cada um.