Você responde as três perguntas
Renda a repor, dívidas no seu nome e o tempo até os dependentes ficarem independentes.
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A pergunta que importa não é quanto custa a apólice. É quanto a família precisaria para atravessar os anos seguintes sem que a ausência de renda vire uma segunda crise.
Não existe capital segurado correto de mercado — existe um capital que faz sentido para uma família específica, e ele nasce de três perguntas, não de uma tabela.
Quanto da renda precisa ser reposto, e por quanto tempo. Se a família depende do seu salário hoje, quantos meses ou anos de despesa fixa o capital deveria cobrir até que a situação se reorganize? Não precisa ser para sempre — precisa ser suficiente para atravessar a fase mais difícil.
Quanto de dívida já existe no seu nome. Financiamento de imóvel, de veículo ou empréstimo pessoal não desaparece com a ausência de quem contraiu. Um capital que ao menos quite essas dívidas evita que elas sobrem para quem fica.
Quanto tempo falta até os dependentes ficarem independentes. Filho pequeno pede um horizonte mais longo do que filho perto de entrar no mercado de trabalho. Essa distância muda o capital mais do que qualquer outra variável isolada.
Vale separar duas coisas: o capital segurado é a indenização em dinheiro, para depois. A assistência funeral é o serviço do primeiro dia, e não depende do valor do capital escolhido.
As três perguntas viram uma conta mais simples quando organizadas em duas colunas.
Renda a repor, dívidas no seu nome e o tempo até os dependentes ficarem independentes.
E compara o prêmio de cada seguradora para faixas próximas, para você decidir com números reais.
Uma data ou um gatilho — filho, financiamento, novo negócio — para reabrir essa conta.
Não existe fórmula única, mas existe um raciocínio recorrente entre corretores para transformar as respostas em uma faixa de valor.
| Fator | Como pesa no capital |
|---|---|
| Anos de despesa fixa a repor | Quanto mais anos a família precisaria de reposição de renda, maior o capital considerado. |
| Saldo devedor no seu nome | Entra como capital mínimo, para que a dívida não sobre para quem fica. |
| Idade do dependente mais novo | Quanto mais jovem, mais longo o período que o capital precisa cobrir. |
| Reserva e patrimônio já existentes | Reduz o capital necessário, porque parte da meta já está coberta. |
O erro mais comum não é escolher um capital baixo por economia — é nunca revisar o número depois que a vida muda: nascimento de filho, quitação de financiamento, novo negócio. O capital pode ser ajustado durante a vigência, e vale revisar sempre que uma dessas coisas acontecer.
Valores de referência de mercado, não oferta. O prêmio final depende da seguradora, da idade de cada pessoa incluída e do capital segurado escolhido, e vem escrito na proposta.
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Circulam regras de bolso desse tipo, e elas ajudam como ponto de partida — mas ignoram a situação de cada família. Duas pessoas com a mesma renda podem precisar de capitais bem diferentes, dependendo de quantos dependentes têm e de quanta dívida já carregam. As três perguntas acima costumam chegar mais perto do número certo do que qualquer múltiplo fixo.
Em geral, mais capital custa mais, mas a relação não é uma linha reta: idade e saúde declarada pesam tanto quanto o valor escolhido, às vezes mais. Por isso a comparação entre seguradoras costuma valer mais do que tentar calcular sozinho quanto um aumento de capital custaria.
Sim. O aumento de capital durante a vigência costuma exigir nova declaração de saúde e pode ter carência própria só para a parte acrescida — as duas condições vêm escritas na proposta do aumento. Reduzir o capital costuma ser mais simples.
Não, são dois mecanismos diferentes dentro da mesma apólice. O capital segurado é a indenização em dinheiro, paga ao beneficiário. A assistência funeral é o serviço executado no mesmo dia, sem relação com o valor do capital escolhido.
O raciocínio muda de eixo. Sem dependente, o capital costuma ter outro destino — quitar uma dívida, deixar um valor para quem você escolher. A apólice de uma vida só trata desse caso.
Você propõe, dentro do que faz sentido para a sua situação, e a seguradora avalia a aceitação conforme o seu perfil. Capital muito alto em relação à renda declarada costuma pedir justificativa adicional — é mais um motivo para a conversa partir das três perguntas acima, não de um número solto.
Quando não há dependente, o capital muda de objetivo — de reposição de renda para outro destino.
Ver a apólice individualComo titular, cônjuge e filhos entram na mesma apólice e o que isso muda no capital de cada um.
Ver a proteção familiarCapital defasado pela inflação é o motivo mais comum de revisão de contrato já existente.
Ver a revisão de contratoO capital passa a ter duas contas: a da família e a da estrutura do consultório ou escritório.
Ver o que muda com estrutura própriaDiga a renda a repor, a dívida no seu nome e até quando os dependentes precisam de cobertura. O corretor volta com a faixa de capital comparada.